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Prostituição - A mais velha profissão do Mundo.


Prostituta

Acho que ninguém contesta a prosaica frase - "a prostituição é a mais velha profissão do Mundo" - em Potugal para minha surpresa, SIM! A prostituição não existe, ou melhor, não é reconhecida.
Agora, que estamos em crise e que se comenta (até os mais proeminentes e suspeitos políticos, Jorge Coelho vs mais inpostos aos lucros dos bancos) que há muitos sectores da economia que não pagam impostos, álias, nem declarações de IRS/C fazem nalguns casos, estou a referir-me como é óbvio às famosas profissões liberais.
Hoje vou falar em específico de uma, a Prostituição e respectivo Proxenetismo.
Para simplificar, pensem em Espanha, em todas as "casinhas" de noite iluminadas por belos e sugestivos néons, todas elas sujeitas a regras fiscais e legais, onde se promove a venda de comida, bebidas e prazeres sexuais, mas tudo dentro de um enquadramento legal, as prostitutas são sujeitas a inspecções de saúde regulares (não que lá não se cometam ilegalidades).
Para quem é mais velho, recorda-se que antes do 25 de Abril (e não estou a fazer a apologia da "velha senhora") as prostitutas já o faziam, através de inspecções regulares, acho que até tinham um humilhante cartão de saúde!?... (se alguém souber, fale)
Os políticos portugueses, sofrem de um, entre outros defeitos congénitos, o autismo (com o respeito que devo aos verdadeiros doentes desta terrível doença, se é que há alguma que não seja terrível?). As prostitutas e o negócio que as rodeia (veja-se o "apito dourado", quando houver o "martelo de madeira", ai é que vão ser elas!...) cresce a um ritmo louco, particularmente, numa sociedade em que os favores valem ouro, os sexuais são diamantes!...
Será assim tão difícil levar a cabo a tarefa ( e agora vou citar a frase de um amigo de 64 anos!) - "putas aos quarteis" - que traduzo para:
- Legalizar a prostituição (masculina e feminina), reconhecendo-a como uma profissão (e de risco) com regulamento próprio, fazendo com que todos pagassem impostos, pagassem a segurança social, e fossem cidadãos normais.
O estado ganhava e a sociedade também.
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