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Sahara



Título original: Sahara
De: Breck Eisner
Com: Matthew McConaughey, Penélope Cruz, Dayna Cussler
Género: Acção, Aventura
Classificacao: M/12
Estúdios: Paramount Pictures ,EUA, 2005,
Cores, 127 min.

Vi ontem, no SBC-Forum Algarve, no meio de pipocas e bebidas gasosas, um filme, que além do desfile de belezas naturais (actriz e actor, incluídos), pouco mais tem para oferecer, até a banda sonora é de um "déja vu" arrepiante. A acção é rodeada de cenas resultantes de cruzamentos vários, em que o imaginário hollywoodiano, na sua eterna reciclagem dos mesmos materiais, é fértil: por um lado o filme de aventuras africanas, de que "As Minas de Salomão" funciona como protótipo; por outro, a sedução de Indiana Jones e da aventura arqueológica como motivo desencadeador da acção.
Dirk Pitt (Matthew McConaughey, a fazer bem de Harrison Ford, excepção aos olhos azuis - lente de contacto) vive obcecado com a lenda de um couraçado da Confederação que teria atravessado o Atlântico, com um tesouro (vem a saber-se depois) de dólares de ouro sulistas. Como acção paralela, Eva Rojas, uma médica da Organização Mundial de Saúde - a bela, sexy, e não muito boa actriz Penelope Cruz (só Deus sabe como chegou a estrela) - "persegue" uma epidemia. Ambas as acções se encontram no interior do Mali, com todos os matadores, um cientista branco sem escrúpulos (Lambert Wilson em vilão sem grande interesse, imagem do Matrix Reloaded) e um ditador africano bem estereotipado, sem sotaque, perseguições, explosões e inverosímeis descobertas.
Dito assim, parece que estamos perante um objecto a evitar (ou pelo menos a deixar para a TV), o que não é verdade: "Sahara" pode resultar previsível, mas consegue atingir uma tal fluência de encenação dos episódios aventurosos que prende o espectador à cadeira como acontecia nas aventuras de tempos idos. Os seus objectivos mínimos de despretensiosa glosa sobre a descoberta do passado e (ou) sobre os malefícios do presente, com a coordenada ecológica (a estranhíssima central poluidora no meio do deserto) a ganhar importância progressiva.
Há algum humor nas cenas mais movimentadas, sobretudo na destruição do iate, durante a perseguição no rio Niger, a ecoar de forma irrisória outras aventuras fluviais, como a da subida do rio, em "Apocalypse Now". Há uma noção fotogénica das construções no deserto (filmado em Marrocos), que, no entanto, se articula relativamente bem com a narrativa.
Enfim vejam se vos apetecer rir suavemente, e se forem fans do Matthew ou da Penelope.
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